Mais de 700 alunos do Colégio Marista estiveram envolvidos na execução dos projetos
Durante três dias, de quarta a sexta-feira, o Colégio Marista Frei Rogério abriu as portas para a comunidade e escolas de Joaçaba para visitas à Mostra Científica e Cultural. A atividade acontece a cada dois anos na escola, desde 1998, e envolve todos os alunos da instituição desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. A preparação para o evento deste ano começou ainda em fevereiro e envolveu 575 estudantes.
Pelos corredores da escola, nas salas de aula e até mesmo no ginásio, bancas decoradas e com temas variados tratavam de expor as pesquisas desenvolvidas por cada grupo e alunos. O tema central da mostra era sustentabilidade, por isso, todos os 51 trabalhos tinham alguma relação com o assunto.
Enquanto o ensino médio falava de música e ciência, por exemplo, 90 crianças de três a seis anos encantavam os visitantes com a apresentação “o que o dinheiro não consegue comprar”. Na discussão, quatro fatores que não podem ser pagos - tempo, paz, saúde e amor -, que de acordo com a professora Gilvana Sueli dos Santos, fazem parte de uma pesquisa desenvolvida com as famílias dos alunos e na própria escola.
A mostra é aguardada com expectativa pelos próprios estudantes. Em fevereiro já inicia a escolha do tema e dos orientadores de cada projeto. Os trabalhos recebem três avaliações externas. Segundo o professor organizador da mostra, Itamar Favetti, são aproximadamente 130 avaliadores que observam a apresentação e a proposta de cada trabalho. Os avaliadores dão nota aos projetos, cada um em sua área específica. A nota vai ser distribuída e é válida para todas as disciplinas do currículo do estudante.
Conforme Favetti, a mostra é dividida em quatro eixos: economia, social, ambiental e político. A meta principal de toda a atividade desenvolvida é “fazer com que os alunos reconheçam a importância da proteção principalmente para as gerações futuras. Precisamos economizar, usar o necessário de recursos naturais, mas não abusar”, explica o professor.
Por: Cristine Maraga